Marcos Pontes ( CAIXOTE ) Domingão do Faustão com teclados ROLAND




Instrumentista, maestro, arranjador, compositor e produtor. Estas são apenas algumas funções desempenhadas por Marcos Pontes, conhecido simplesmente por Caixote. Considerado um dos principais tecladistas brasileiros, ele integra a Banda Domingão. O conjunto é comandado pelo tecladista e diretor musical Luiz Schiavon e conta com a participação de músicos consagrados, como o violonista Nil Bernardes, o baterista Anderson Batista, o baixista Gabriel Jacob e o guitarrista Marcinho Eiras.O interesse de Caixote pela música surgiu muito cedo, na época em que gostava de tocar bateria. A mudança para o piano não tardou. Com apenas 10 anos, começou a aprender a arte das teclas com o auxilio de seu pai – o maestro Aluísio Pontes. “Aos 12, costumava tocar em bailes com a banda Arco Íris”, recorda. Depois, tornou-se produtor de uma famosa casa noturna de São Paulo, O Beco. “Foi uma experiência muito legal, pois tive contato com artistas mais velhos”, conta. A partir daí, não parou mais.Caixote passou a atuar em projetos de variados estilos, demonstrando toda sua versatilidade musical. “Gravei muito samba, MPB e sertanejo”, exemplifica. Entre os artistas com quem trabalhou, encontram-se Zezé di Camargo e Luciano, Bruno e Marrone, Demônios da Garoa, Originais do Samba e Fafá de Belém, afora muitos outros.Atualmente, Caixote conta com quatro teclados Roland para ajudá-lo em suas produções: Fantom-G7, RD-700GX, Juno-Stage e VK-8M. Entretanto, o primeiro é o seu grande xodó. “Ele é muito rápido quando estamos nos apresentando, tornando seu uso fácil e prático”, conta.

De que maneira conheceu os equipamentos Roland?No fim da década de 1970, costumava ensaiar e gravar em um estúdio chamado Dimensão 5. Eles traziam teclados dos Estados Unidos pagando uma fortuna. Foi nessa época que tive contato com os primeiros Roland, principalmente o Juno e o JX-8P. Esses modelos apresentam um tipo de “sujeira” no som que, por mais que outros imitem, não conseguem superá-los.
Qual a sua opinião sobre os teclados de última geração da Roland?O sintetizador serve para criar sons, dando um colorido às músicas. E no Brasil, é preciso ter esse tipo de equipamento com qualidade de samplers, já que não contamos com pianos decentes em estúdios. Os modelos Roland me surpreenderam, principalmente o Fantom-G, pois encontro sons maravilhosos de cordas e pianos.
Você usou alguns teclados Roland durante a gravação do último DVD da dupla Edson & Hudson. Como ocorreu esse processo?Tínhamos um piano acústico e dois sets de teclados Roland: um com RD-700GX, Juno-Stage e VK-8M, para sons de órgãos Hammond, e outro com Fantom-G, V-Synth GT e RD-300GX. Comparando o som, o RD-700GX não ficou devendo em nada para o piano acústico, impressionando-me por seus harmônicos. Durante a apresentação, tocamos tudo ao vivo, sem coisas gravadas. E o resultado ficou muito bom.
Como os teclados Roland influenciam o trabalho da na Banda Domingão?O Fantom-G7 permite que eu deixe toda a minha programação salva. E como no programa tudo acontece depressa, ele é muito rápido quando estamos nos apresentando, tornando seu uso fácil e prático. O Schiavon, por sua vez, usa um V-Synth GT, que tem um dos sons mais pesados que ouvi. Utilizei esse equipamento para fazer a trilha de um documentário sobre os Emirados Árabes, produzido pela minha esposa, e consegui fazer coisas inéditas, algo que seria impossível em outros synths ou softwares.
Quais são seus próximos projetos?Continuar na Banda Domingão, já que estamos sintonizados e não tomamos mais sustos com o Fausto (risos). Além disso, tenho um projeto de banda eletrônica, com synths e baterias da Roland, e outro de orquestra. Esse último, porém, ficará mais para frente.

Para comprar os instrumentos acima relacionados favor entrar no link abaixo:
http://www.teclacenter.com.br

Categories

6 Comments

Add yours
  1. 2
    cezar moura

    caro caixote, sou compositor e interprete. já tenho mais de 50 obras produzidas (letra e musica) estilo sertanejo, bastante variado em ritmos. Todos dizem que minhas canções são do tipo gravar e estourar, porém, nunca tive oportunidade mostrar meu trabalho a um profissional. É uma pena que no Brasil a oportunidade seja mais importante que o talento, você concorda?Gostaria de iniciar uma parceria caso você goste das canções, obviamente. Tenho certeza que todos temos muito a ganhar.aguardo resposta.Cezar Mouracanisioingasee@yahoo.com.brIngaí – MG

  2. 6
    Renato simao

    Caro amigo caixote lembra de mim vc veio aqui em lucelia para apresentaçao do sesc a gente se falou queria te dizer que nunca vou esquecer de vc da tamanha simplicidade que vc tratou agente volte sempre para agente trocar mais ideia ,vamos manter contato sempre meu orkut renato simao batera lucelia e so pesquisar me add abraços simao

+ Leave a Comment